INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA NO TRATAMENTO DE TABAGISTAS

Irys Ricarte, Allyson Lucena, Géssica Galvão, Thayse Medeiros, Clésia Oliveira Pachú

Resumo


O controle da epidemia do tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde como um dos maiores desafios da saúde pública. As doenças relacionadas ao tabaco são uma das principais causas de internação hospitalar, e a redução do tabagismo contribui na diminuição da morbidade e mortalidade. Essas condições geram, entre outros problemas, ônus para os empregadores e sistemas de previdência, decorrentes dos afastamentos laborais dos usuários além de maior demanda de serviços do SUS decorrentes do atendimento, diagnóstico e tratamento dos pacientes. O Brasil é um dos países signatários do controle do tabagismo, a Convenção Quadro, primeiro tratado internacional de saúde pública, desenvolvido pela OMS em resposta à expansão da epidemia do tabaco. Em geral, fumantes fazem diversas tentativas de abster-se do cigarro. Conhecer os fatores de sucesso e as situações que os levaram à recaída durante as tentativas prévias é essencial, uma vez que nos permite utilizar esses dados no planejamento de uma nova tentativa.    Neste contexto, objetiva-se demonstrar o impacto da intervenção farmacêutica durante o tratamento multidisciplinar de tabagistas em Campina Grande, Paraíba, estimulando-os na adoção de estratégias no suporte as adversidades surgidas na abstenção ao cigarro.


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