PRODUÇÃO DE FABACEAS PARA ADUBAÇÃO VERDE NO AGRESTE PARAIBANO

João Batista Tavares Junior, Thayanna Maria Medeiros Santos, Ewerton Guilherme Alves de Souza, Carlos Henrique Salvino Gadelha Meneses, Cláudio Silva Soares

Resumo


A preservação áreas agrícolas tem conduzido à necessidade de práticas de adição de matéria orgânica ao solo. Neste contexto, a adubação verde torna-se muito importante para a melhoria destas áreas, visto que aumenta o teor de matéria orgânica e a disponibilidade de nutrientes às plantas. Objetivou-se avaliar a produção de biomassa em algumas espécies da família Fabaceae e sua adaptação no agreste paraibano. O trabalho foi conduzido no Campus II da Universidade Estadual da Paraíba, na cidade de Lagoa Seca-PB. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições. Os tratamentos foram: MP: Mucuna preta; FP: Feijão de porco; CO: Crotalária ochroleuca; CJ: Crotalária juncea; CJ+MP: Crotalária juncea consorciada com mucuna preta; MP+CJ: Mucuna preta consorciada com Crotalária juncea; CJ+FP: Crotalária juncea consorciada com feijão de porco; FP+CJ: Feijão de porco consorciado com Crotalária juncea; CJ+CO: Crotalária juncea consorciada com crotalária ochroleuca e, CO+CJ: Crotalária ochroleuca consorciada com crotalária juncea. Realizaram-se duas coletas do material vegetal (30 e 60 dias após o plantio) para avaliação da produção de massa fresca e seca das folhas, caule e raiz, além do número de folhas e massa fresca total. O feijão de porco solteiro, assim como a crotalária juncea solteira e/ou consorciada com as demais fabaceas, apresenta grande adaptação para produção de adubos verdes nas condições do agreste paraibano.

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