Ansiedade ao Tratamento Odontológico em Estudantes do Ensino Fundamental
Elisabete Rabaldo BOTTAN, Juciele Dall OGLIO, Silvana Marchiori de ARAÚJO
Resumo
Objetivo: Identificar o percentual de estudantes com ansiedade ao tratamento odontológico. Método: Desenvolveu-se um estudo exploratório do tipo transversal, envolvendo 976 escolares de 9 a 17 anos, de três escolas públicas situadas no perímetro urbano do município de Campos Novos (SC). O instrumento para coleta de dados foram questionários adaptados da escala Dental Anxiety Scale (DAS) e Dental Fear Survey (DFS). Resultados: Os resultados demonstraram que 84% dos sujeitos manifestaram ansiedade; a maioria foi classificada com baixa ansiedade. As meninas são um pouco mais ansiosas (87%) do que os meninos (81%). A relação entre faixa etária e percentual de sujeitos com ansiedade indica uma redução da freqüência para aqueles com mais idade. As respostas fisiológicas mais citadas foram aceleração dos batimentos cardíacos e tremores. Os fatores desencadeadores foram ver ou ouvir a broca e a anestesia. A maioria (84,5%) afirmou ter consultado o dentista nos dois últimos anos e 63,5% apontou como causas da consulta às situações de ordem curativa. Conclusão: A ansiedade ao tratamento odontológico apresenta-se com percentuais altos.
Texto Completo: PDF