REVISTA LIBERTAÇÃO - A FILOSOFIA, A EDUCAÇÃO E SUAS INTERFACES https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI <p>A Revista recebe e publica textos na forma de <strong>artigos, resenhas, notas, traduções e entrevistas, dossiês, </strong><strong>entre outros</strong>, de autores/as brasileiros/as e estrangeiros/as, que tratem de temas preferencialmente no campo das pesquisas em Filosofia e Educação e suas interfaces. As principais temáticas da Revista são: <strong>Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação,</strong><strong> Políticas Educacionais Contemporâneas, </strong><strong>Filosofias </strong><strong>Africanas, </strong><strong>Descolonização </strong><strong>Curricular/</strong><strong>Decolonialidades, </strong><strong>Filosofia brasileira</strong><strong>/Latino-Americanas e </strong><strong>Filósofas </strong><strong>Contemporâneas.</strong></p> Universidade Estadual da PAraíba pt-BR REVISTA LIBERTAÇÃO - A FILOSOFIA, A EDUCAÇÃO E SUAS INTERFACES 2675-5696 SOCIEDADE DO CONSUMO E O FENÔMENO DA INOVAÇÃO ESTÉTICA DAS MERCADORIAS: https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1038 <p>“Sociedade do consumo e o fenômeno da inovação estética das mercadorias: algumas considerações<br>teórico-críticas” apresenta fragmentos do que foi abordado em uma conferência realizada pela autora no<br>Congresso Nacional de Filosofia na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Nesse ensaio abordamos<br>os seguintes aspectos sociofilosóficos da teoria crítica da sociedade: sua proposta de pesquisa junto ao<br>Instituto de Pesquisa Social, a crítica realizada pelo grupo de intelectuais da Escola de Frankfurt ao que<br>eles nomearam de teoria tradicional com reflexões sobre a sociedade do consumo e o fenômeno da<br>inovação estética das mercadorias presentes no que esses intelectuais denominaram de capitalismo tardio.</p> Isabella Fernanda Ferreira Copyright (c) 2020 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 2 19 SARTRE: FILOSOFIA E LITERATURA https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1039 <p>Este trabalho tem como objetivo analisar estrutura conceitual sartriana de literatura engajada. Para tanto,<br>propomos avaliar o modo como o filósofo existencialista compreende a realidade humana, inexoravelmente<br>pelo âmbito da liberdade. Em seguida, demonstraremos que a literatura engajada se ocupa dessa liberdade<br>na condição histórica, mostrando a exigência de que o homem assuma individualmente a responsabilidade<br>e o compromisso pela sua condição e pelo mundo que se encontra inserido. Portanto, iremos analisar de<br>maneira abrangente a peça artística Le Diable et le Bon Dieu de 1951 para uma melhor compreensão do tema.</p> Roberto Pereira Veras Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 21 30 O PROJETO DO CURSO DE FILOSOFIA DA UEPB: https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1040 <p>O objeto deste artigo versa sobre a formação do professor no Projeto Pedagógico do Curso de Filosofia –<br>PPCF, da Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. Para dialogar com a questão, buscamos na Base Nacional<br>Comum Curricular – BNCC e no Programa de Residência Pedagógica – PRP indícios da pormenorização<br>da questão. Isto porque, nos interessa entender como as políticas públicas do Governo Federal vem<br>se dedicando à formação de professores, especialmente para o campo das Ciências Humanas, de forma<br>a direcionar diretrizes aos projetos pedagógicos das instituições de ensino superior, que vem sendo<br>atualizados para atender as novas demandas. Como as normativas influenciam na reescrita de projetos<br>pedagógicos de cursos de graduação? Como a formação dos futuros professores de Filosofia e das<br>demais humanidades é enxergada pelas políticas públicas? Dedicamos nossa revisão bibliográfica inicial<br>a identificar à questão específica da formação do professor, presente ou não nos documentos, propondo<br>uma breve análise comparativa e argumentativa. Essas são algumas das inquietações que temos sobre a<br>atual Política Nacional de Formação de Professores e que nos ensejaram na leitura do PPCF, da BNCC e<br>do PRP, com o intuito de traçar uma linha de raciocínio sobre uma possível política para a formação do<br>Revista Libertação, Campina Grande, PB, v.1, n.01, p.31-43, ago./dez.2020. 32<br>professor. Propomos uma leitura pelo viés mercadológico e nesta incipiente análise dos documentos,<br>verificamos que os alunos vêm sendo preparados para o mercado de trabalho e não para a reflexão crítica<br>social que cerca a educação nacional e a formação humanística e ética proposta pelos documentos e, em<br>especial pelo PPCF da UEPB. Ao final do artigo deixamos algumas possíveis leituras sobre o atual modelo<br>de educação pública que gostaríamos de compartilhar, sugerindo assim novas discussões sobre a temática.</p> Carolina Cavalcanti Bezerra Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 31 43 O SOM DO CAPITAL: https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1041 <p>Este trabalho objetiva entender as relações sociais de produção da música enquanto mercadoria em<br>seu processo de feitura a partir da exploração do trabalhador musical. Tomando por base as reflexões<br>presentes em O Capital, de Marx, busca-se compreender os valores de uso e de troca da mercadoria<br>musical, sua equivalência e valor relativo, bem como sua fetichização a partir da abstração das relações<br>materiais que a concebem. Através da experiência como músico em Campina Grande – PB e da coleta de<br>relatos de artistas locais, busca-se compreender as dinâmicas sociais que conferem valor à mercadoria<br>musical a partir das relações de exploração dos músicos e artistas. As conclusões demonstram a<br>informalidade estrutural no campo da arte, o processo de flexibilização dos cachês pagos convertidos<br>em couvert, a simplificação das estruturas musicais que permitem a ampliação da reprodutibilidade em<br>escala industrial. Mais do que uma manifestação das pulsões artísticas humanas, a música entendida<br>como produto industrializado revela as bases materiais do modo de (re)produção do capital e sua<br>frenética busca por ampliar-se, atingindo níveis mais altos de acumulação por meio de sua artealização.</p> Tiago Fernandes Alves Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 44 57 ENTRE O EMBRUTECIMENTO E A EMANCIPAÇÃO: https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1042 <p>O artigo trata sobre a ideia de emancipação, presente na obra de Jacques Rancière O mestre ignorante,<br>como objetivo que deve ser buscado nas práticas educacionais, em especial no ensino de filosofia.<br>Demonstra que é preciso romper com os sistemas educacionais que privilegiam uma hierarquia de<br>inteligências, em que o professor tudo sabe e o aluno que nada sabe aprenderá aquilo que o professor<br>considerá-lo capaz de aprender. Trata-se de uma pesquisa teórica que considerou os que diversos autores<br>pensam sobre a educação, a formação de professores e a relação desses com seus alunos, sempre<br>tomando como perspectiva a defesa de um ensino que respeita todos os envolvidos no processo como<br>atores capazes de aprenderem por si mesmos, de forma autônoma, emancipada, sem, contudo, dispensar<br>a figura do professor como aquele que pode colaborar para a descoberta e afirmação das inteligências e<br>vontades de conhecimento de seus alunos. Os resultados apontam que é preciso que as instituições que<br>formam professores repensem suas estratégias, afinem mais os conteúdos teóricos com os práticos,<br>que os professores se aproximem mais de seus alunos e principiem seu trabalho considerando que<br>não há desigualdade das inteligências, para só assim promoverem uma educação para emancipação.</p> Gilmara Coutinho Pereira Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 58 70 INTRODUÇÃO À ONTOLOGIA DE ANNE CONWAY https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1043 <p>Este artigo pretende investigar o pensamento da filósofa moderna Anne Conway. Nosso interesse nesta<br>pensadora dar-se pela sua postura crítica na modernidade, especificamente do século XVII, que antecipa o<br>pensamento de Leibniz. Neste intuito, o objeto deste artigo é destacar os pontos fundamentais da ontologia<br>de Anne Conway. Assim, apresentamos um panorama geral e o contexto em que Anne Conway apresenta sua<br>ontologia. Em seguida apresentamos os aspectos fundamentais da obra de Anne Conway, intitulada Princípios<br>da Filosofia mais Antiga e Moderna. No primeiro momento do nosso artigo discutimos a figura de Deus no<br>texto de Conway acima citado. No segundo momento apresentamos a figura das criaturas criadas por Deus na<br>perspectiva desenvolvida por Conway em seu texto acima citado. No último momento apresentamos a crítica<br>de Anne Conway a partir dos elementos que anteriormente foram apresentados no seu texto. Ao fim deste<br>artigo, esperamos que o leitor tenha compreendido os aspectos fundamentais da filosofia de Anne Conway.</p> Arthur Leandro da Silva Marinho Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 71 84 APRESENTAÇÃO https://revista.uepb.edu.br/REFIEDI/article/view/1045 Valmir Pereira Valmir Pereira Copyright (c) 2022 https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 2022-03-15 2022-03-15 1 1 1 1