REVISTA INSTANTE https://revista.uepb.edu.br/revistainstante <p>A <strong>Revista</strong> <strong>Instante</strong> é uma publicação semestral do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual da Paraíba. Publica artigos, estudos críticos, traduções e resenhas sobre um amplo espectro de temas filosóficos que satisfaçam os requisitos de originalidade e qualidade acadêmica.</p> Universida Estadual da Paraíba - UEPB pt-BR REVISTA INSTANTE 2674-8819 Pré-textuais https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/285 Ramon Germano Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 1 4 A questão da formação na licenciatura em filosofia: https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/290 <p>O artigo procura meditar criticamente sobre o Ensino da Filosofia pensado na perspectiva didático-pedagógica, rompendo com o senso comum do magistério filosófico. A filosofia, na Licenciatura, seria trabalhada de forma soft, e, no Bacharelado, hard. Pensar o Ensino da Filosofia a partir da própria filosofia significa ver a impossibilidade dessa dicotomia na formação, pois a filosofia é, em qualquer nível, a mesma. O ensinar, com efeito, na sequela de Heidegger, está em correspondência com o verdadeiro aprender. Este não acontece pela memorização do ensinável. No magistério filosófico não tem primazia o ensinável, mas o possibilitar a indicação (o aceno!) para que o aluno tome no e do ensinável aquilo que ele já tem. O que o aluno já tem e que precisa a partir disso tomar no e do ensinável é o mesmo que tornou possível o ensinável da tradição. Isto é um afeto, uma experiência (não informações!) na qual o estudante já deve estar para poder tornar possível o aprendizado, quer dizer, a apropriação, o tomar no e do ensinável o que já tem. Conduzir os estudantes não para o ensinável, mas para o elemento pré-teorético que possibilitou o ensinável é a tarefa do autêntico magistério filosófico.</p> Marcos Érico de ARAÚJO SILVA Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 7 38 Desespero e Clínica psicológica https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/287 <p>O desespero é comumente compreendido como um peso ou sofrimento que deve ser extirpado da vida. Da mesma forma, o que costumamos entender como doença mortal diz respeito àquele estado de saúde que nos leva à morte. Este texto aponta, com Kierkegaard, para outro modo de compreensão. Primeiramente vai tratar do desespero como doença da existência, ou seja, doença até a morte. Em seguida vai desenvolver sobre a relação entre esta doença, caracterizada como luta contra as condições da existência, e a possibilidade de aceitação destas condições. Por fim, vai apontar para uma clínica psicológica que toma este outro modo de compreensão como fundamento do seu fazer.</p> Myriam Moreira PROTASIO Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 39 48 Baudelaire e a autonomia do campo artístico https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/288 <p>Os temas autonomia da arte e união entre arte e vida foram bastante debatidos ao longo do século XX. Essa autonomia é tão importante que a própria modernidade não pode ser compreendida sem referência a ela: a arte moderna é autossuficiente, autorreguladora e, acima de tudo, não é clássica, não é ordinária... Dentre os estudiosos que trataram da arte moderna, trabalharemos especialmente com Pierre Bourdieu, por entendermos que sua noção de campo artístico permite abordar os temas supracitados sem tomá-los por postulados inquestionáveis e também por explicitar a relação entre o âmbito artístico e as outras esferas da vida social de maneira dinâmica e crítica. O principal material de análise será um ensaio de Charles Baudelaire intitulado O pintor da vida moderna, do qual, através dos apontamentos do escritor sobre um pintor de costumes, podemos extrair temas importantes para a compreensão da modernidade artística e sua pretensão de autonomia.</p> Luís Gustavo Guadalupe SILVEIRA Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 49 56 A Verdade como Concordância do Conhecimento com o Objeto: https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/289 <p>O objetivo deste trabalho é mostrar que o problema da verdade é o mesmo problema ao qual a dedução transcendental das categorias pretende responder, a saber: como conceitos a priori podem ser aplicados a objetos que nos são dados. Para tanto, apresentamos o problema como previamente formulado na carta de 21 de fevereiro de 1772 a Marcus Herz. Em seguida, mediante a compreensão do que Kant, nos Prolegômenos, chama de “o problema de Hume”, mostramos que a questão recebe uma nova formulação no §14 da dedução das categorias na Crítica da Razão Pura.</p> Ramon GERMANO Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 57 74 APRESENTAÇÃO https://revista.uepb.edu.br/revistainstante/article/view/286 Ramon Germano Copyright (c) 2020 REVISTA INSTANTE 2020-12-31 2020-12-31 3 1 5 6